terça-feira, 17 de julho de 2018

Como advogar e ser mae?

Logo que surgiu a ferramenta de perguntas no Instagran, eu viciada no app, tive que participar, claro.

E uma das perguntas foi como consigo ser mãe, dona de casa e advogar.




Sinceramente as vezes nem eu mesma sei, mas sei que o amor é a base, então vamos buscando a melhor forma, e organização é a principal delas.

Fiz um post explicando sobre isso, é só clicar Aqui (Você tem se organizado?)


E por aí? Como se organizam? Conseguem conciliar tudo? Abriram mão de algo?

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sábado, 14 de julho de 2018

Nascimento do Cadu

Relato de Parto Humanizado pelo SUS


O lindo relato de hoje é da mamãe Fernanda, uma história de superação e amor, uma demonstração de como o apoio e amizade são essenciais. Ter pessoas que nos apoiem do início ao fim faz toda a diferença para, não só um desfecho, mas todo um decorrer maravilhoso. E que a dor nos mostra muito mais que força: nos mostra a mulher de verdade que somos.

Segue o relato na íntegra

"O relato do meu parto começa na quinta-feira 07/06/2018, um dia que acordei muito emotiva, a  famosa manteiga derretida rsrs no fundo, sentia que ele estava cada vez mais próximo de chegar até mim. Entre 22:30 e 23:30 da noite ( hoje não me recordo ao certo ) começo a sentir contrações, a ficha demora um pouco pra cair rsr comecei a cronometrar e estava a cada 8 minutos, com duração de 40s a 1:30 m. Só fui entender as 02:00h da manhã. Acordei meu marido, disse q achava que estava na hora mas para ele dormir mais um pouco pois iria para o chuveiro. No chuveiro a coisa pegou, contrações a cada 2-3 minutos. Acho que era a hora, no primeiro momento me veio euforia. Acordamos, liguei para minha amiga marcela, que eu sabia que iria me amparar mesmo as 4h da manhã rsr conversamos e logo depois que desliguei o telefone meu tampão começou a sair. Terminei de arrumar minha mala e a dele e decidimos aguardar um tempo na casa da tia de meu marido em Cabreúva, pois há alguns meses antes já havíamos decidido que iríamos para o hospital de lá por conta de todo histórico ótimo que ouvimos. No caminho pegamos a Marcela que se ofereceu para ficar comigo ( que se não fosse por ela MTA coisa poderia ter sido diferente). Mas como eu já imaginava que colocar a família nesse assunto causaria estresse, eu não estava errada. Nosso plano era só ir ao hospital e as contratações realmente estabilizassem, mas família se preocupa demais, e às vezes falta informação de menos, resolvemos ir ao hospital ao 12:00 da sexta. Chego la, apenas 2 cm de dilatação. Faço o cardiotoco e a enfermeira mandou voltar depois de 2h para realizar novamente o exame. Às 16:30 retornamos ao hospital, 3cm de dilatação, cardiotoco 2x e por consenso nosso e da enfermeira decidimos voltar pra casa, pois no momento não havia evolução do meu quadro e nem sabiamos como seriam as próximas horas, e devido a todo estresse que passamos neste dia só queríamos nossa casa. No caminho de volta choro, choro mto, pois estava cansada, decepcionada, com muita dor e sem saber até quando ficaríamos neste estado. Chegamos em casa, lá vai eu pro chuveiro de novo, as contratações continuam a todo momento, mas nada muda. Decidi tentar dormir,  entre uma contração e outra. Às 23:30, deitada em minha cama, minha bolsa estoura. Pra mim, fez um barulhao! Sentia a água descer, parecia que estava afundando no Titanic de tanta água!! Rsrs pronto, a partir desse momento a Fernanda que havia se preparado por 38 semanas, de repente, sumiu. Acordei meu marido, fui pro chuveiro e chorei muito! Feito criança! De desespero e medo, tudo o que eu não senti durante a gravidez. Não conseguia me controlar, sai do chuveiro chorando, abracei meu marido. Ele tentou me acalmar, mas nem eu mesma me controlava. Ali nasceu um homem forte que eu não imaginava que tava ali o tempo o todo. Meu marido, que sofre de ansiedade, me acalmava. Voltamos para Cabreúva, no caminho minha dor só aumentava, e meu desespero tbm. Chegamos tão rápido no hospital! Rsr a mesma enfermeira que me mandou pra casa me recebeu, nem havia fechado minha ficha pois sabia que voltaria. Entro na sala para fazer o exame de toque e o desespero volta. Choro feito criança novamente, peço desculpas pois não conseguia me controlar, e a enfermeira, com todo amor do mundo, me abraçou, me acalmou, me disse que tudo aquilo era normal, minha vida iria mudar, tudo ia dar certo. Fico mais calma, mas ainda choro. Exame de toque: 5cm de dilatação. Ela me leva ao quarto semente ( quarto abençoado por Deus) e a partir daí eu perco noção total de tempo, espaço e pessoas, como dizem, entrei na partolandia. Fui para o chuveiro, sentei na bola de Pilates. Dor, sono, cansaço. Não tenho noção de quantas horas fiquei lá. Decidi sair. Andava no quarto de um lado para outro, tentei deitar na cama para descansar, mas só tentei mesmo rsrs a dor não deixava. Bola de Pilates, massagem, dor, abraçava meu marido, ficava preocupada com ele, como ele estava? Como estava lidando com tudo aquilo? Dor, muita dor. Choro, desespero. Quando as dores começaram a ficar mais fortes decidi ir para a banheira, e descobri que ela era mágica rs conseguia até cochilar sentada entre uma contração e outra, mas já não sabia mais o ritmo, não estava nem me controlando quem dirá o tempo! Meu marido falava com meu filho, a contratação vinha forte. Pedia por favor para ele parar rsrs começou a vir a vontade do coco, começo a fazer força, mas nada ainda que fosse surreal. Não sei quanto tempo fiquei lá, mas teve troca de plantão, eu estava exausta! Sem dormir desde quarta-feira, com dores, tive que sair da banheira para a enfermeira que entrou realizar o exame de toque. Lá vem o choro e desespero. Apesar das músicas lindas que elas colocaram para tocar na sala, aquilo não me acalmava, era algo distante. Exame de toque nem me lembro quanto era, só queria que aquilo acabasse. Sair da banheira foi cruel pra mim, parece que todo trabalho que tive regrediu. Às contratações vinham e eu já não fazia mais força, algo em mim reprimia. Choro, pedia pelo amor de Deus para fazer parar, não aguentaria. Meu marido o tempo todo me incentivava, me dava forças, em nenhum minuto me deixou cair no desespero que me corroía. Em momento meu quadro não evoluía, e eu não sabia há quanto tempo estava naquilo. A médica me receitou ocitocina e chuveiro, chorei pois não queria nenhum dos dois, só queria que aquilo acabasse. Meu marido conversou comigo, disse q iria ajudar a ser mais rápido, nosso filho estava vindo, eu precisava ser mais forte um pouco mais por eles. Às dores vinham me arrebentando, fazia a força agachada no chuveiro, começo a sentir a cabeca dele entrando no canal. Força. Contração, dor e nada. Fiquei nisso por muito tempo, depois descobri que foram mais de 2hr. A médica me manda para a cama, pois já estava em uma situação que novamente não progredia.ai vem o desespero novamente. Deito na cama e as contratações começam, enfermeira me ajudando de um lado e meu marido do outro. Que homem! Neste momento já não abria mais os olhos, apenas fazia forças e ouvia ao meu redor. Força, força. Não sei quantas contrações foram, de repente ele sai de mim e vem para o meu colo. Meus olhos não acreditam no que viam, como ele era grande! Meu Deus, meu filho? Entrei em um topor, tinha conseguido mesmo? Não morri? Olho para os lados meu marido em êxtase! Aí veio meu choro, mas agora era diferente, alívio, felicidade, amor, uma mistura de sentimentos que jamais vou conseguir explicar em palavras. Meu filho! Meu marido cortou o cordão umbilical. Precisei levar uns pontos, minha placenta sai, ela era linda! Consegui ver mas não tive coragem de tocar rs pediatra chega e avalia meu neném, nota 10. E meu coração virou do avesso, transbordava.
No sábado 09/06/2018 as 10:40 da manhã nasceu meu filho, nasceu uma mãe e nasceu um pai que ninguém acreditava que poderia existir.
Se eu cheguei até o fim, mesmo desistindo, superei minhas dires, medos e desespero foi pela força do meu companheiro, que apesar do turbilhão que de coisas que passava em sua mente, foi meu porto, minha âncora.
Hoje, quase uma semana depois, relembro essas 36h de dor como meu pequeno no peito e o homem da minha vida deitado au meu lado. Tenho certeza que tudo que senti naquelas horas, me moldaram para ser a pessoa que receberia a maior presente da vida nos braços, meu filho. Obrigada Marcela por todo apoio, força e amizade, vc foi essencial para que tudo fosse perfeito. Obrigada Deus pelo dom da vida, e pelo maior presente que Tu me destes, minha família! E sem palavras para a equipe do hospital de Cabreúva. Com certeza fui muito abençoada!





Conheci a Fernanda através do Grupo GAIA - Maternidade Saudável - Grupo voluntário formado por profissionais e mães, com o objetivo de acolher, informar e apoiar as mulheres e seus familiares durante a gestação, o parto, pós-parto até a criação dos filhos. 

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Nascimento do José Vicente

Relato de parto - Cesárea (humanizada) após início do Trabalho de Parto

Quando recebo relatos de partos sempre percebo que eles são recheados de particularidades e que cada um é único. Nunca tem um igual e sempre o relato tem algo a nos ensinar. No caso do relato da Tate, ele veio para me mostrar que ser forte é lutar pelo o que acreditamos e saber ceder aos nossos medos para melhor enfrentá-los e principalmente para garantir o melhor ao nossos filhos é ser a mulher mais forte que podemos ser. <3 Entrar em TP e finalizar em uma cesárea eletiva me fez culpar-me por um bom tempo, até eu ler o dela e me sentir acolhida, sentir que tudo bem fazermos escolhas diversas daquela que achávamos que não faríamos de nenhuma forma e aprendemos que somos únicas e que nossos filhos vieram pra nos mostrar que nada é como queremos, é sempre melhor <3 

Segue na íntegra:

Pra entender muita coisa sobre minhas escolhas e medo , eu fui diagnóstica com transtorno de ansiedade e pânico e faço uso de remédios florais, quando descobri a gravidez eu senti muito medo, medo de tudo que poderia acontecer e principalmente  da dor; como dizem por aí: a dor da morte, enfim passei com ajuda de muitas pessoas queridas  que conheci através de grupos voltado a partos, comecei a minha busca insana por informações e me preparei junto com meu companheiro, eis que eu tinha informação  mas não assistência necessária, o hospital  onde iria ter meu filho é  cheio de intervenções  e nada humanizado . Então  eis uma luz no fim do túnel, fiquei sabendo por algumas pessoas  (ah como gostaria de falar delas, gratidão ) sobre uma hospital  humanizado a uns 40 minutos de onde eu moro, bateu a insegurança, mas e se não der certo e se eu ter meu filho no carro eram vários "se" então desisti. Consegui com ajuda de uma advogada  (anjo) que na minha cidade pelo menos o hospital  respeitasse a lei do acompanhante e conseguimos fiquei em paz em partes,porque as chances de sofrer violência  obstétrica  era grande . O grande dia chegou , estava tranquila por incrível que pareça aquele dia não senti sinal de nada nen de faxinar  ( ainda bem rs)  eu estava ficando na minha mãe pois meu marido trabalha e fiquei com medo de entrar em TP sozinha, mas justo no dia 18/4 fui pra casa , fiz nada ,só bagunça, me deitei a tarde umas 16horas senti um líquido escorrer ,eu em um estado de paz ,tranquila ,liguei pro meu marido que chegou rápido e aí fui pedir ajuda no grupo de mães, então realmente  chegou o dia .   Fui tomar banho me arrumei ,fomos na padaria, tentei comer mais não consegui o nervosismo  estava batendo, e sem dor ,fomos abastecer ,passamos no trabalho  do meu marido e  decidimos não contar pra família e ficamos pensando pra onde vamos ,meu marido queria ir na cidade vizinha, falei com umas pessoas que incentivaram e ajudaram muito. Fui , fui com medo mais fui ,detalhe tenho medo de pegar pista entro em pânico e não entrei  o carro deu uma paradinha ,nen sei o porque, mas voltou a funcionar 🙏🏾 isso já era 18 horas ,19hrs cheguei no hospital  humanizado. Meu Deus que acolhimento maravilhoso  fui muito bem recebida  em alguns minutos fiz toque ,nada dilatado 😔 mas estava segura com minha escolha, avisamos a família que quase  me buscaram dizendo que era perigoso ,que eu estava louca enfim eu e meu marido fechamos os ouvidos e curtimos o nosso momento, fiz a internação e fui pro quarto.... cardiotoco toda hora alguém monitorando e depois já entraram com o antibiótico nada de dor ,de manhã por volta das 6 ,7  mas um toque 4cm , passei a noite com medo uma mamãe gritava ,dizia  coisas pelo qual me assustava muito ,de repente nada do que me informei fazia sentido ,pensei na cesaria a noite toda ,então vi que me muni  de informação e não cuidei da mente do psi . Meu marido tentou me convencer de parto normal ,a médica e outras pessoas que sabiam ,mas não eu estava certa da minha decisão, minha pressão subiu de medo ,tomei remédio e calmante ,fiz exames e a médica me ofereceu analgesia se precisasse ,parto na banheiro, nada me convenceu. A médica me disse , olha mamãe, então vamos esperar ele querer vir ,quem sabe ,eu relutei mais aceitei ,fui caminhar ,tomar banho rebolar ,17 horas de bolsa rota e a família a loucura kkkk' 
Eis que a dor chegou , doía a alma ,eu pensei "não era pra ser fraca?"  E doeu e doeu,bati até no meu marido  e acabava as contrações eu falava "não quero a outra " meu marido chamou a médica e ela me disse; vamos  fazer toque? E eu, NÃO, QUERO CESÁREA (fui até grossa) e  então  ela diz vou ligar pra anestesista  ( "caraio" porque já não ligou) nisso se passaram umas duas horas ,eis que ela volta e avisa que o outro médico que acompanha foi pra outra cidade levar uma criança e eu tive que esperar (xinguei até a última geração ).
Até que enfim chegou todos ,o enfermeiro deu nossa roupa minha minha e do meu marido que esteve comigo cada segundo, e o enfermeiro  me disse tira o terço do braço  (fiquei triste ) o terço me acompanhou a gestação toda. Fui tranquila sem medo , só senti medo depois da anestesia que tive um pequeno enjoo. Meu marido permaneceu ali me beijando segurando minha mão,  não me amarram em momento algum , eis me meu bebê nasce as 13:49 , o pai pega primeiro  depois ele veio pra mim pro meu seios pro meu aconchego ,pude mesmo deitada fazer carinho segurar em seu bumbum tentar dar mama ,e ele foi pro quarto comigo e meu marido ❤. 
Melhor escolha que fiz foi ir pra esse hospital,  se eu me arrependo da cesária ? Não, fui até onde eu conseguia ir .
Entendi que humanizado é  respeitar a escolha e acolher bem independente  da via de parto . Triste por não ter ido até o fim ,mas sem arrependimento  da minha escolha .
José Vicente nasceu lindo e saudável com atendimento  mais humanizado possível ❤
Gratidão a todos






Conheci a Tate através do Grupo GAIA - Maternidade Saudável - Grupo voluntário formado por profissionais e mães, com o objetivo de acolher, informar e apoiar as mulheres e seus familiares durante a gestação, o parto, pós-parto até a criação dos filhos. 










quinta-feira, 3 de maio de 2018

Ser mãe


Ser mãe tem suas loucuras...
Tem dias que piramos, literalmente.
Queremos fugir.
Mas em instantes estamos voltando.


Tem dias que pensamos não haver escolha melhor
E neste dia pensamos que somos heroínas.
Nestes mesmos dias cansamos
E nos sentimos um nada para nada.

Ser mãe tem seus amores...
Somos beijadas e amadas inocentemente
Somos heroínas aos olhos dos pequenos 
(e dos grandes)

Tem dias que achamos que estamos erradas
e neste dia tentamos mudar
Tem dias que temos a convicção de estarmos certas
e neste mesmo dia tentamos melhorar

Ser mãe é cosntante evolução
De mulher
De ser humano
De mãe...

Ser mãe, é olhar para uma foto e fazer careta
é chorar no chuveiro
ou no travesseiro.

Mas mais que tudo,
ser mãe é AMOR.

Sem medida, 
sem formas,
sem explicação.

Sem mãe é

ser entrega, ser doação.

Doar-se por inteira. 

E se pudesse escolher todas as dores novamente?

Eu ainda escolheria: SER MÃE!


Bruna Francine Bronzato
Advogada, mãe de casal

Não esqueçam de seguir nas redes sociais: 
meu instagran pessoal @drabrunabronzato onde mostro mais a maternidade e minha vida pessoal mesmo, e também no instagran do escritório @bronzatoadvocacia onde além de dicas e motivações diárias, também podem  acompanhar minha rotina, e como tenho lidado com o início de carreira e um bebê de 7 meses me acompanhando em tudo, rsrs.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

O que de fato é viver uma maternidade consciente?

Um tema que está na moda hoje em dia, não é mesmo?
Várias são as # usadas com o tema. Muitos são os blogs que falam sobre e nos ensinam a ser mães e a ter uma maternidade assim.

Mas qual é exatamente a regra? O que exatamente é ter uma maternidade consciente?

Me questiono todos os dias se buscar os melhores caminhos realmente estão me levando aos melhores caminhos, porque as vezes, é muito mais que fazer o certo. Não podemos fechar nosso mundo no pós maternidade apenas ali, temos um mundo inteiro para viver, nossos filhos tem, e precisamos ensinar isso a eles. Precisamos ser maleáveis, entender, compreender.

Regras podem ser seguidas, desde que não nos aprisionem como mães e mulher.

Sempre acreditei que a melhor escolha é aquela que vem do coração.

E a verdadeira consciência de uma mãe sempre deverá vim daí. De nada adianta todo conhecimento, se não houver amor, compreensão, não só com o filho, mas com a sociedade em que ele está inserido.

Já parou para pensar que seu filho não será sempre seu?

Continuamos criando filhos para o mundo, e precisamos pensar que nossa escolha consciente é o que fará diferença em um mundo melhor.

A forma que você escolheu, seja lá qual for, está tornando um ser humano melhor para o mundo?

Se sim, continue!

Coração de mãe nunca se engana. Repito: a verdadeira consciência maternal vem do coração.



Grandes beijos!

Não esqueçam de seguir nas redes sociais: meu instagran pessoal @drabrunabronzato onde mostro mais a maternidade e minha vida pessoal mesmo, e também no instagran do escritório @bronzatoadvocacia onde além de dicas e motivações diárias, também podem  acompanhar minha rotina, e como tenho lidado com o início de carreira e um bebê de 7 meses me acompanhando em tudo, rsrs.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Agora que sou Advogada

Eu sempre achei que as coisas melhorariam, sempre lutei por isso.


Quem me acompanha desde o início sabe a luta que foi conciliar maternidade, faculdade, trabalho e depois estágio.

Eu poderia ter escolhido um caminho mais fácil, mas sou teimosa, acredito no potencial que tenho de fazar grandes/todas as coisas, então levantei a cabeça, mesmo tendo vontade de desistir muitas vezes.

Lutei, chorei, sofri, sorri. E se valeu a pena no final?

Olha, eu não sabia que o início de carreira seria ainda mais desafiador, intenso e dolorido rsrs.

Mas valeu muito a pena, e mesmo nas dificuldades continua valendo. Porque agora, cada dificuldade vem para melhorar ainda mais. Hoje tenho algo, sou alguém. Sou mãe de dois. Sou advogada!

Posso seguir um longo caminho, mas cada dia será melhor e terei cada vez mais orgulho de mim.

Mas o que muda tanto assim do dia para a noite? O que muda apenas por receber uma identidade vermelha?

Não sei dizer, mas o sacrífio para tê-la, faz tudo ser lindo, mesmo que difícil, continua sendo mágico.

Querem acompanhar minha rotina doida (já ouviram dizer como é doida a vida de um advogado né?) e como concilio tudo isso com a maternidade?

Prometo tentar postar aqui, mas para garantir que verão tudo sigam no meu instagran pessoal @drabrunabronzato onde mostro mais a maternidade e minha vida pessoal mesmo, e também no instagran do escritório @bronzatoadvocacia onde além de dicas e motivações diárias, também podem  acompanhar minha rotina, e como tenho lidado com o início de carreira e um bebê de 7 meses me acompanhando em tudo, rsrs.

Mas antes de tudo, quero agradecer imensamente a cada uma de vocês que fazem parte da minha história, da minha construção, como mulher, como mãe, como profissional.

Cada recado, cada comentário, cada e-mail... Vocês são especiais e minha inspiração pra ir muito além!





Grandes beijos, 

com muito carinho.


Bruna Francine Bronzato
Advogada, mãe de casal.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Cantinho da calma

Toda casa precisa de um cantinho que a família vai para ler, respirar, se acalmar...

Já viram essa ideia? Compartilho com vocês nosso cantinho super simples e improvisado mas que já nos traz bastante tranquilidade...

Destaque do dia

Como advogar e ser mae?

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