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Disciplina permissiva, quando o mais fácil é aceitar as vontades da criança.

A disciplina permissiva é antagônica à Disciplina Punitiva ou Autoritária. Ambas são extremistas.

Na punitiva ou autoritária, a criança nunca é entendida, seus sentimentos são desconsiderados e os pais punem seus filhos quando acham necessário. Na permissiva os pais deixam a criança fazer o que quiser e ela se torna o lider da casa.





Constantemente nós ouvimos os pais dizerem que a criança quis aquele brinquedo mesmo que muito caro, ela quis assistir aquele desenho mesmo que era impróprio para sua idade, ela quis comer tal coisa mesmo que fazia mal a sua saúde.

É quando a criança escolhe o que a família vai comer, onde passear, que horas acordar, que horas dormir.

Nessa disciplina não há discilina, os pais não tem vida quando estão com elas, as crianças escolhem tudo o que querem. Muitas vezes os pais permissivos dizem que ceder tudo é amor.

É comum os pais evitarem qualquer coisa que possa deixar seu filho triste, ou machucado. Não deixam os filhos brincarem ao ar livre, cedem aos eletrônicos. Se o filho estiver com problemas na escola, mudam ele de sala, ou de escola. Se estiver com notas baixas a culpa é sempre da escola, nunca do filho.

É cientificamente comprovado que assim como a Disciplina punitiva a permissiva traz grandes problemas na criança e no futuro dela.

Logo que a criança começa se socializar, principalmente na escola, há um choque de realidade. Ela não entende porque não pode mandar nos colegas, porque não pode escolher onde ir, porque a maioria decide. Pois ELA é a maioria em casa.

Mesmo que na escola os educadores tentam ensinar, de nada vale se os pais não exemplificarem em casa.

Essa criança começa a ficar insegura, não tem amigos verdadeiros, não entende porque tem que ter notas boas na escola, nem porque ter bons comportamentos. Ela omite seus sentimentos pois não sabe lidar com eles e fica presa à máscara da felicidade, pois a verdadeira felicidade é quando coseguimos superar nossas dificuldades, nossas tristesas e decepções, e isso ela não aprendeu com seus pais.

Futuramente quando essa criança for adulto, como será o relacionamento dele com seus conjugues ou namorados? Bem provável que ele nunca entenda os sentimentos do parceiro, que seja indiferente e frio. Na vida finaceira um adulto sem limites, não consegue controlar seus impulsos, pois ele aprendeu que o que ele deseja vale muito mais que um nome sujo ou contas impossíveis de serem pagas.

Existe um meio termo? Entre Permissivo e Punitivo? (Veja Aqui a ciência explicando sobre a Disciplina Punitiva).

O meio termo é a Disciplina Positiva. Onde os sentimentos dos filhos são ouvidos, decepções e tristesas acalentadas. Onde os pais ensinam a lidar com suas frustrações, que muitas vezes vem dos pais que não permitiram seu desejo inapropriado. Ou como o blog de Pais sem pressa diz: Ser quem quiser não é o mesmo que fazer o que quiser.

Para quem quiser saber mais sobre Disciplina Positiva:
10 dicas sobre a Disciplina Positiva
Criação com apego, Paizinho Vírgula
O que a ciência diz sobre as palmadas?

Aline Viana

Comentários

  1. Oi Aline
    Pra td precisa meio termo né?!
    Ser 8 ou 80 n dá, ainda mais na criação dos filhos
    Eu tento sempre agradar, mas se vejo que n dá, n dá e pronto, explico e acabou. Amar é dar carinho, atenção, mas tb é dar limites e disciplinar!

    Bjoooos
    muitospedacinhosdemim.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Exatamente, amar não é ceder sempre.
      Beijos fer

      Excluir
  2. Eu tive os dois tipos dr criação, e posso dizer que trás grandes priblemas quando adulto. Pq eu sou do tipo 8 ou 80. Tenho dificuldade para aceitar quando as coisas não saem do jeito que eu queria que fosse, não gosto de ouvir um não quando é algo do meu interesse, já melhorei bastante, amadureci mais ainda com a maternidade. A punitiva, me fez uma criança revoltada, meus pais se separaram defibitivo quando eu tinha 5 anos, viemos morar na casa do meu avô, que por tudo batia na gente, até uma queda que eu pegava, apanhava por ter assustado ele, não podia fazer barulho, correr. Foi a pior fase. Eu não quero dá esse tipo de criação p meus filhos. Eu erro muito como mãe, não chego nem perto da perfeição, mas tento educar como posso.

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